Labirintite e alimentação

Labirintite e alimentação

Labirintite e alimentação

A labirintite é uma doença que afeta os labirintos (órgão responsável pelo nosso equilibro e postura, localizado dentro do ouvido) e pode ser causada por uma infecção ou uma inflamação no local.

Caso percebida e diagnosticada com antecedência, pode ter cura entre uma e seis semanas após o tratamento.

Os principais sintomas envolvem o desequilíbrio, tontura e a vertigem. Em alguns casos, também podem aparecer: vômito, náusea, enjôo, sensação de desmaio, ansiedade, zumbido no ouvido, movimento involuntário dos olhos e perda parcial ou total da capacidade de audição no ouvido afetado. Também é possível que esses sintomas resultem em outros como uma reação: dor de cabeça, dores musculares, dores no peito, na garganta ou no pescoço, entre outras.

Geralmente aparece em pacientes entre quarenta e cinqüenta anos, que começam a apresentar alterações nos hormônios, além de metabólicas. Alguns fatores de risco para a labirintite incluem: fumar, beber álcool, ter diabetes, hipoglicimia, ser hipertenso ou ingerir medicamentos para ansiedade e estresse. Alguns antiinflamatórios ou antibióticos também podem causar labirintite.

Tratamento

Os remédios podem ser: vasodilatadores (facilitam a circulação do sangue no nosso organismo, evitando os sintomas da doença), labirinto supressores (impedem a tontura através do nosso sistema nervoso), anti convulsores ou anti depressivos (inibidores do processo de recaptação da serotonina) e variados tipos de remédios que agem para tratar o enjôo, vômito e mal estar causado pela Labirintite.

Algumas sugestões para o hábito de quem apresenta a labirintite são essenciais para diminuir ou evitar completamente as crises: controlar o nível de colesterol, não beber ou beber com moderação, não ficar muitas horas sem ingerir alimentos, beber bastante líquido, ter uma dieta saudável e equilibrada, não ingerir bebidas com a substância quinino (gaseificadas, como a água tônica, por exemplo), praticar atividades físicas, não dirigir quando estiver sob influência de medicamentos para a crise ou estiver com mal estar.

Alimentação e hábitos

Alimentos que devem ser evitados para quem tem labirintite ou deseja evitá-la, bem como suas crises: cigarro, álcool (muitos alcoólatras crônicos apresentam sintomas de labirintite), chá mate e café, sucos industrializados, alimentos com corantes ou conservantes, açúcar de qualquer tipo, principalmente os refinados (presentes no chocolate, bolos, refrigerantes) ou mel (prefira os adoçantes).

Coma bastante legumes e verduras, no caso das massas, prefira as integrais, pela sua riqueza em fibras. Prefira temperos naturais, como cheiro-verde, alecrim, entre outros ao invés do sal – que também deve ser evitado. Tome entre quatro a oito copos de água por dia, caminhe pelo menos meia hora, não use travesseiros altos. A alimentação errada é um agravante para as crises de labirintite, ou seja, elas podem ocorrer com mais freqüência.

Dentre todos esses alimentos, os mais perigosos são os açúcares, o café (e qualquer outra bebida com a substância teína, como os chás de ervas e o chimarrão), o álcool (afeta diretamente o funcionamento do labirinto, seja numa ingestão crônica ou aguda) e o tabaco (que tem substâncias tóxicas para o labirinto). A melhor sobremesa, para evitar o chocolate, são as frutas, principalmente bananas, laranjas e abacaxi.

Fotos

Confira Fotos da Labirintite e alimentação:

LabirintiteLabirintite
Principal sintona é tontura e vertigemPrincipal sintona é tontura e vertigem
Alimentação pode ajudar a evitar a labirintiteAlimentação pode ajudar a evitar a labirintite

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