Cirurgia de Estômago

Cirurgia de Estômago

Cirurgia de Estômago

Sobre a Cirurgia de Estômago

O aumento da obesidade no mundo todo faz com que as cirurgias de redução do estômago estejam sendo feitas cada vez mais. O problema é que nem sempre essa é a melhor opção e as consequências de fazer a cirurgia de estômago podem ser graves.

Tipos de Cirurgia de Estômago

Há quatro tipos de cirurgia de redução do estômago que podem ser realizadas: a gastroplastia vertical com bandagem, banda gástrica ajustável por laparoscopia, derivação gástrica com Y de Roux e derivação biliopancreática.

Cirurgia de Estômago – gastroplastia vertical com bandagem

A gastroplastia vertical com bandagem é aquela cirurgia de estômago que grampos cirúrgicos dividem o estômago em duas partes, sendo que a superior é menor. Assim, o espaço para os alimentos é limitado. Entre as duas partes do estômago há uma pequena abertura por onde passa a comida. A bandagem serve para ser colocada ao redor do estômago para que ele não corra o risco de alargar novamente (o estômago pode aumentar conforme a quantidade de alimentos ingerida). Os riscos com esse tipo de cirurgia é o desgaste da bandagem e na linha de grampos, vazamento de sucos estomacais para o abdomen e também podem ocorrer infecções e falecmento por causa das complicações.

Cirurgia de Estômago – banda gástrica ajustável

Já a banda gástrica ajustável por laparoscopia é a cirurgia de estômago em que uma banda gástrica inflável é colocada ao redor do estômago superior, criando uma bolsa menor com estreita passagem para o resto do órgão. O consumo, nesse caso, também é limitado e a sensação de saciedade é precoce. Essa cirurgia de estômago é indicada para quem é extremamente obeso, com pelo menos 45kg a mais do que o normal. Também deve ser realizada somente quando o paciente tentou emagrecer com outros métodos e não conseguiu. Os efeitos colaterais podem ser náusea, vômito, queimação no estômago, dor abdominal e deslizamento da banda.

Cirurgia de Estômago – derivação gástrica com Y

A cirurgia de estômago derivação gástrica com Y de Roux ocorre quando o médico usa grampos cirúrgicos para criar uma bolsa estomacal menor. Essa bolsa é fixada no intestino; assim, o alimento desvia pela parte superior do intestino e estômago e vai diretamente para a parte do meio do intestino delgado. Essa cirurgia limita a quantidade de alimentos ingerida e diminui a quantidade de calorias e nutrientes absorvida. Os sintomas após a cirurgia podem ser náusea, fraqueza, transpiração, diarreia (porque o alimento vai direto para o intestino), infecção, vazamento, embolia pulmonar, cálculo biliar e deficiência de nutrientes.

Cirurgia de Estômago – derivação biliopancreática

A última opção de cirurgia de estômago, a derivação biliopancreática, é a mais conhecida. Neste caso, parte do estômago é retirado, limitando a quantidade de alimentos e a produção de ácidos estomacais. A parte do estômago que continua no organismo é ligada ao final do intestino delgado, não passando pelas outras partes. Porém, há um canal comum onde os sucos digestivos pancreáticos e da bile misturam-se aos alimentos para que o processo digestivo seja feito.

Dica Impostante na Cirurgia de Estômago

Porém, é bom ressaltar que a cirurgia de estômago deve ser a última opção. Estudos mostram que após cinco anos a maioria dos pacientes retorna a ganhar peso, sendo que alguns voltam a ficar em estado de obesidade mórbida. Entre outros problemas estão o alcoolismo, a anorexia, a bulimia, o aumento de cáries e os dentes quebradiços.

O ganho de peso acontece porque a cirurgia de estômago apenas ajuda a limitar a quantidade de alimentos, mas não tira a ansiedade de comer do paciente. O alcoolismo pode ser adquirido porque a pessoa obesa costuma ficar mais em casa (pela vergonha de ser obesa) e, quando mais magra, passa a sair mais e, consequentemente, a beber bastante. A anorexia e a bulimia são transtornos alimentares que vêm pela vontade de se manter magro. Já os problemas dentários ainda não se sabe o porquê de eles acontecerem, mas os especialistas imaginam que seja por conta da absorção pequena de nutrientes e vômitos constantes pela qual os pacientes passam.

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