Guia de Carreiras – Engenharia da computação

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Guia de Carreiras – Engenharia da computação

Gosto pela tecnologia e pelas ciências exatas são pré-requisitos para quem deseja entrar em um curso de engenharia da computação. A graduação na área é conhecida por sua dificuldade, exigiindo muito dos estudantes em termo de estudos. Após concluir um curso de pelo menos cinco anos, entretanto, os alunos encontram um mercado de trabalho promissor, onde ainda existem poucos profissionais qualificados.

Atuação

É de responsabilidade do engenheiro de computação fazer a conexão entre softwares e equipamentos diversos. Entre alguns exemplos podemos citar sistemas de irrigação, de rastreamento de automóveis, computadores de bordo e smartphones. Onde há um equipamento que necessite de automação, o engenheiro de computação se faz presente. Por isso, o profissional da área deve ter um bom conhecimento sobre informática e equipamentos em geral.

Segundo o engenheiro de computação Clayton Silva, o curso na área traz conhecimentos sobre todas as engenharias e, por isso, tem uma carga horária complicada, o que faz com que muitos alunos desistam do curso. Contudo, apesar da dificuldade, o resultado vale a pena. Clayton atua na Ebecom (Empresa Brasileira de Engenharia da Computação), localizada em Curitiba. Dentre os serviços oferecidos pela empresa está a produção de aplicativos para smartphones e tablets que atuam com outros dispositivos eletrônicos.

Mercado de trabalho

Segundo Clayton, uma das razões para o aquecimento do mercado neste setor está na nacionalização da tecnologia, promovida pelo Governo Federal. Recentes medidas governamentais têm exigido que diversos equipamentos eletrônicos sejam fabricados no Brasil, o que aumenta consideravelmente a demanda por profissionais do setor. Tanto que, atualmente, é comum que as empresas tragam profissionais de outros países para atuar no Brasil.

E, com a velocidade das transformações tecnológicas, o profissional da área precisa estar em constante atualização. Clayton exemplifica estas mudanças lembrando que algumas disciplinas que ele aprendeu em seu primeiro ano de universidade já estavam sendo repensadas quando ele chegou ao último ano de curso.

Para atuar na área, além dos conhecimentos já mencionados, é importante que o profissional tenha domínio sobre outros idiomas, especialmente o inglês. Isso porque, em diversos casos, os manuais de linguagens de programação e de certos dispositivos não podem ser encontrados em português.

Ciência da computação

É muito comum que se confunda ciência da computação com engenharia da computação. Contudo, os dois cursos têm diferenças fundamentais. O cientista tem como foco principal o desenvolvimento de softwares. Embora o engenheiro também aprenda sobre isso, o conhecimento neste setor é mais superficial. Seu foco, na verdade, é a construção de dispositivos e circuitos. Por isso, os engenheiros de computação também precisam aprender sobre engenharia elétrica.

O curso

O curso de engenharia da computação ensina noções básicas de engenharia, além de disciplinas mais específicas, como circuitos lógicos, linguagens de programação e eletrônica. Em seu último ano de curso, os estudantes passam por estágios supervisionados para colocar em prática seus conhecimentos, além de poder realizar disciplinas opcionais (eletivas) para já começar a definir seu ramo de atuação. O trabalho de conclusão de curso envolve a criação de aplicativos ou hardwares para sistemas de computação.

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