Guia de Carreiras – Arquitetura e urbanismo

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Guia de Carreiras – Arquitetura e urbanismo

O mercado de trabalho para arquitetos e urbanistas vive um ótimo momento. Além dos grandes eventos que acontecerão no Brasil no futuro – Copa do Mundo (2014) e Jogos Olímpicos (2016) -, que demandam a construção de muitas obras, o setor também tem se ampliado devido ao grande número de moradias que estão sendo construídas pelo poder público. Entretanto, arquitetos e urbanistas não têm apenas a construção como foco profissional. Também é comum que eles atuem em áreas como cenografia, paisagismo, desgn gráfico, conservação de patrimônio e até mesmo projetos de utensílios e móveis.

De acordo com Daniel Amor, que preside o Sindicato dos Arquitetos do Estado de São Paulo (Sasp), o Brasil forma, por ano, 6500 novos profissionais da área. Ficar sem emprego após a graduação é raro. Daniel explica que, durante o curso, o aluno realiza estágios supervisionados, o que auxilia a conhecer pessoas e o próprio mercado de trabalho, aumentando as oportunidades de emprego.

Requisitos

Quem deseja entrar no curso de arquitetura e urbanismo precisa, de antemão, saber desenhar. Isso porque, além dos processos seletivos tradicionais, os vestibulandos precisam passar por provas de habilidade. Além do desenho, é desejável que os estudantes sejam criativos, organizados e saibam resolver problemas de maneira rápida. Segundo Zan Quaresma, diretor de pesquisa do Sasp, é comum que o profissional precisa contornar situações inesperadas durante um projeto, como questões de acessibilidade, conforto e comunicação.

O arquiteto, segundo Daniel Amor, precisa ter muita habilidade para compreender o espaço onde a obra será construída. Um dos maiores erros é pensar no projeto como algo isolado, desvinculado do ambiente que está à sua volta. As obras precisam ,antes de tudo, complementar o local onde serão realizadas.

Arquitetura e engenharia

Embora a graduação em arquitetura tenha diferenças essenciais em relação à engenharia civil, os profissionais destas duas áreas atuam de maneira complementar. De acordo com o Crea (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), arquitetos e engenheiros podem realizar projetos arquitetônicos e executar obras. Contudo, na maioria das vezes, o arquiteto é aquele que realiza o projeto, enquanto o engenheiro se responsabiliza pela execução da obra.

Diferente do curso de engenharia, os arquitetos também recebem noções de ciências humanas, como sociologia e história da arte. Contudo, há também semelhanças entre as duas áreas: assim como engenheiros, os arquitetos precisam aprender sobre sistemas estruturais e topografia, por exemplo. Segundo Zan Quaresma, a vantagem dos engenheiros na graduação está no foco em matemática.

Legislação

Quaresma explica, também, que a atual legislação não é muito clara no que diz respeito às atribuições específicas de engenheiros e arquitetos. Por isso, é comum que haja confusão dentro das atividades, mesmo para aqueles que atuam no setor. Assim como engenheiros, os arquitetos e urbanistas se vinculam ao Crea após formados. Contudo, esta realidade pode estar próxima de mudar, graças à formação do Cau (Conselho de arquitetura e urbanismo).

Após a formação deste novo conselho, a diferença entre as áreas de atuação deve ficar mais evidente. Uma das intenções do Cau é garantir exclusividade a arquitetos e urbanistas para assinar projetos de arquitetura, algo que hoje também pdoe ser feito por engenheiros.

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