RPG Role Playing Game – regras e jogos RPG

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RPG Role Playing Game - regras e jogos RPG

Role Play Game – Tudo sobre o RPG

O Role Playing Game (também conhecido popularmente como RPG), em tradução livre para o português significa: jogo com interpretação de personagens. Como o próprio nome diz, consiste em uma história e interação entre vários jogadores a partir de personagens escolhidos e como eles se portam. Apesar de contar com algumas regras e direcionamentos gerais, o RPG é algo muito livre, sendo que nenhuma história realmente acaba se assemelhando à outra (tanto pela variedade de personagens quanto pelas probabilidades dos dados, que possuem infinitas variações).

O principal diferencial do RPG é que envolve um grupo colaborando coletivamente para se aventurar em determinado mundo da fantasia (existem muitas temáticas possíveis no RPG), excluindo portanto o caráter competitivo que os jogos geralmente possuem: dificilmente haverão ganhadores ou perdedores em um jogo desse tipo. Esse destaque faz com que pessoas interajam de forma íntima, criando inclusive um grupo próprio destinado para a prática do RPG – fazendo com que o jogo tenha um caráter mais social, quase de hábito.

Apesar de conterem um tabuleiro em alguns casos ou apenas folhas de consulta para que a história não se perca, o RPG é praticamente limitado à imaginação dos participantes, motivo pela qual é tão incentivado tanto por educadores como pedagogos, professores e também pesquisadores da área. O Ministério da Educação (MEC) do Brasil já confirmou, em várias declarações e também nos próprios investimentos em jogos, que o RPG contribuiu bastante para o raciocínio lógico e também criativo, bem como melhora as habilidades sociais e a criação de estratégias diferenciadas.

É possível afirmar que, em no RPG, tanto o teatro (com suas características de narrativa e um objetivo de todos os participantes serem atingido) e o jogo como um todo (interação com outros jogadores, busca pela conquista de algo de forma competitiva) acabam complementando esse universo. Ou seja: existem as regras a serem seguidas e também existe espaço para se improvisar, existe a interpretação daquela história e do personagem que você representa, mas também é uma interação com outras pessoas que você conhece. A liberdade de ação é uma expressão muito utilizada no RPG, que significa que você pode fazer o que quiser (não está limitado ao roteiro, portanto não é teatro), desde que dentro das regras gerais (possui um guia, conforme um jogo comum, porém não é tão rígido).

Em um jogo comum e básico de RPG, existe o jogador, que interpretará um personagem (podendo também interpretar mais de um, embora isso não seja realmente praticado com frequência) e o narrador, que irá contar a história, além de controlar os chamados não ser vivos ou então coadjuvantes do jogo, como o próprio ambiente ou até mesmo seres mais obscuros. Na maioria dos casos, o narrador é o jogador mais experiente (que conhece melhor as regras), além de ser um bom juiz na hora de discussões e dúvidas – podendo inclusive quebrar regras gerais para um bom andamento do jogo.

Um jogo isolado chama-se aventura, enquanto que vários jogos com o mesmo personagem, seja com o mesmo grupo de RPG ou no mesmo universo, é chamado campanha. Os jogadores preferem campanhas à jogos isolados pela experiência e pontos ganhos para o personagem ao final de cada sessão – com isso o personagem em questão fica mais forte, sendo que a cada nova aventura se deve começar do zero para ganhar determinadas vantagens, como força ou armas específicas, entre outros exemplos.

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Durante o jogo, é possível deixar a arbitragem de sucesso de determinadas ações ao narrador ou então, em casos que envolvem mais dificuldade ou possibilidade de grandes alterações na realidade do grupo ou do personagem, o uso de dados – que possuem variações de seis até vinte e quatro (ou as vezes mais) possibilidades de números. Também podem ser usados para disputas básicas de ordem de jogo e afins.

Por causa do objetivo em comum e da característica de cooperação, não existe realmente um vencedor do jogo, sendo que todos interagem entre si e ganham mais experiência para seus personagens, bem como a oportunidade de se relacionar com pessoas diferentes em aventuras variadas. O narrador é o único participante que não está nem contra, nem a favor dos outros jogadores: ele deve criar um ambiente totalmente imparcial que faça com que os outros enfrentem desafios criados por ele de forma divertida e usando ao máximo o raciocínio.

Em alguns jogos, caso seja necessário ou desejado, os participantes podem jogar e disputar entre si. Um bom exemplo é se todos eles possuem uma missão igual e devem lutar para conseguir fazê-la. Além dos jogos presenciais, é possível realizar partidas de RPG pela internet, sendo inclusive mais popular do que as reuniões na casa de pessoas. Com essa facilidade, você joga a hora que quer, com quem quiser. Nesses casos, existem rankings de pontuações e experiências dos personagens, resultando portanto numa disputa maior do que nos outros casos.

Para estar mais de acordo com a aleatoriedade e probabilidade de sucesso de um personagem em determinada ação, existe uma escala de dificuldade para cada atividade dos personagens. Para isso, os dados acabam sendo a melhor forma de representar a dificuldade que é não fracassar (ou realizar com sucesso) uma ação – como um salto de uma grande altura, um resgate de uma cabana pegando fogo, etc. Os dados podem ser de quatro, oito, dez, doze, vinte e até cem lados – dependendo da dificuldade em questão. É apenas após o resultado dessa jogada que a história pode continuar, de uma forma ou de outra.

Para mais detalhes sobre as regras específicas, a internet é um bom guia para se começar a pesquisar. Entretanto, nada será equivalente à prática do jogo, seja com amigos ou desconhecidos. A origem do jogo é da década de setenta, mais especificamente no ano de 1974, sendo que o primeiro deles é o Dungeons & Dragos (popularmente chamado de D&D), ainda que hoje existam muitos outros com temáticas diferenciadas, como a de super heróis, futuros alternativos com robôs e máquinas, além dos atuais que envolvem assuntos educativos e pedagógicos, fazendo com que surja um método diferente de aprendizagem.

Atualmente, existem jogos que destacam mais a estratégia ou então mais a criatividade ou então mais a aventura – são focos diferentes para públicos diferenciados. Esse é o objetivo do RPG: atrair todos os tipos de pessoas. No começo, pode parecer difícil conseguir imaginar as situações em que os personagens se envolvem, mas aos poucos acaba se tornando um hábito assim como jogar o dado para decidir o seu destino.

Os jogos podem ter um valor alto, dependendo se é um clássico ou lançamento ou não, porém existem tantas possibilidades de aventuras que acaba substituindo todos os outros jogos que você já possui. Além disso, por ter a interatividade com outros jogadores, é possível dividir entre os participantes. Na internet, os jogos em sua grande maioria são gratuitos e só necessitam de uma conta de email para validar o personagem. Apesar disso, recomenda-se um computador com facilidade para carregar os gráficos e uma conexão acima de cinco megas, para não haver dificuldades e contratempos durante o jogo. Deixar a internet lenta para o restante da família pode afetar as suas horas em frente ao computador. Entre as duas modalidades, a de tabuleiro acaba evitando complicações.

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