Como se dar bem com o enteado

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Como se dar bem com o enteado

Há muito tempo, as famílias tradicionais vêm se modificando. Cada vez mais, surgem configurações familiares diferentes, o que é extremamente saudável para a diversidade social. Contudo, estas novas famílias também podem trazer alguns problemas. O casamento com pessoas que já têm filhos, por exemplo, pode gerar alguns atritos entre as crianças e o novo membro da família. Por isso, é muito importante explicar esta nova realidade, fazendo com que a família conviva de maneira harmoniosa. Confira, abaixo, algumas dicas para se dar bem com o enteado.

A importância do diálogo para se dar bem com o enteado

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Seja para crianças menores ou adolescentes, o diálogo é algo fundamental. Muitas vezes, os filhos podem ter a impressão de que o novo membro da família, seja padrasto ou madrasta, está ali para “tomar o lugar” de seus pais verdadeiros. Por parte do novo cônjuge, é preciso ter a compreensão de que os filhos do marido (ou mulher) têm todo o direito de dar palpites na nova relação. Afinal, eles são profundamente afetados por esta nova realidade. É preciso dialogar com os jovens com bastante paciência, para que eles compreendam que o amor do pai e da mãe continua o mesmo.

As crianças, principalmente as menores, têm uma maior necessidade de estar próximas dos pais biológicos. Portanto, o padrasto ou madrasta não deve tentar interferir nesta relação, principalmente naqueles casos em que o primeiro casamento acabou de maneira conturbada. Um dos comportamentos mais reprováveis para padrastos e madrastas é tentar competir com o pai ou mãe biológica, principalmente através de presentes e agrados. É preciso, portanto, haver compreensão dos dois lados: enquanto os filhos precisam compreender que o novo membro da família não está tentando substituir o pai ou mãe, também é importante que os padrastos e madrastas compreendam que eles não podem tentar tomar o lugar dos pais biológicos.

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Busque a harmonia para se dar bem com o enteado

Mesmo que o clima com o antigo cônjuge não seja dos melhores, é preciso redobrar os esforços para que as crianças não sejam envolvidas nas disputas dos adultos. Falar mal dos pais biológicos é o primeiro passo para a desunião familiar. Se, por exemplo, um padrasto critica o pai biológico para a criança, há grande probabilidade de que o filho acabe contando tudo o que ouviu para o pai, gerando um péssimo clima familiar.

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Respeito à intimidade

Essa é uma dica que não vale apenas para a relação entre padrastos, madrastas e enteados, mas para qualquer relação humana: é preciso ter sensibilidade em relação ao nível de intimidade que vocês realmente têm. Na vida adulta, é provável que você conheça um “chato” que se acha muito mais seu amigo do que realmente é. O mesmo se aplica a esta relação com o enteado.

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Equilíbrio

Por fim, é preciso ter conhecimento de que, embora você não seja o pai ou a mãe do jovem, há algumas responsabilidades que têm de ser obedecidas. Embora seja errado agir como um pai ou mãe, também não é correto ser completamente omisso.

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