Greve dos bancários 2014

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Greve dos bancários 2014

O termo bancário é utilizado para designar os funcionários de bancos privados e públicos do Brasil, nas mais variadas atribuições. Ao todo, o país possui mais de cem instituições bancárias, que empregam milhões de brasileiros. Os bancos são centralizadores de uma série de atribuições, como pagamento de salários e contas, fornecimento de empréstimos e muito mais. Por isso, quando os bancos do país entram em greve em grande número, há uma série de transtornos para a população. Infelizmente, as greves dos bancários são comuns e, muitas vezes, agendadas.

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Em 2013, bancários de diversas instituições do Brasil, em todas as regiões, paralisaram suas atividades. O tempo de greve variou de um local para outro, sendo definido em assembleias com os sindicatos da categoria. Com isso, serviços como transferências de altos valores (que não podem ser realizadas em caixas eletrônicos), financiamentos e compensação de cheques, dentre outros serviços, foram profundamente prejudicados.

Bancários em Greve

A greve de 2013

O tempo médio da paralisação dos bancários em 2013 foi de 23 dias. Em alguns momentos, mais de 50% das agências brasileiras ficaram fechadas. O acordo com a classe patronal aconteceu no início de novembro, após a negociação de um reajuste de 8%. Os bancários também se comprometeram a repor o tempo em que permaneceram paralisados, em períodos diários de uma hora.

Mas a remuneração não é única reivindicação dos bancários, embora seja a mais comentada. Há outros fatores, de caráter mais subjetivo, como a melhoria nas condições de trabalho e a redução da pressão por metas. Uma das grandes reclamações dos sindicatos é a utilização, por parte dos bancos, dos telefones pessoais de seus funcionários para a realização de cobranças de metas.

A busca pelo equilíbrio nas relações de trabalho e bancos é constante e permanente. Por isso, os sindicatos estão sempre em negociação com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Muitas vezes, quando não se chega a um acordo, a greve é encarada como a única solução possível, pois a atitude gera atenção por parte da população e, consequentemente, da mídia. Isso aumenta a pressão por maior velocidade nas negociações, fazendo com que a Fenaban se torne mais propensa a encontrar um ponto de equilíbrio nas reivindicações.

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Próximas greves

Até o momento, os sindicatos dos bancários não anunciaram greves da categoria para 2014. Tudo dependerá dos próximos acordos entre os funcionários e a classe patronal. Se tudo correr sem maiores problemas, certamente não haverá qualquer paralisação em 2014.

As greves dos bancários costumam acontecer nos últimos meses do ano, após tentativas frustradas de negociação com os patrões. Caso aconteça uma greve dos bancários em 2014, estes prazos devem se repetir, com início de greve entre os meses de setembro e novembro.

Greve dos bancários 2013

Mais informações

É importante lembrar que, apesar do transtorno que causa, a greve é um direito assegurado pela Constituição. Para que seja legítima, a suspensão dos serviços deve acontecer de maneira pacífica, além de ser comunicada à classe patronal com pelo 48 horas de antecedência. Neste período, a empresa não pode se utilizar estratégias para obrigar os funcionários a retornarem ao serviço.

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