Guia de Carreiras – Física

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Sobre Guia de Carreiras - Física

Guia de Carreiras – Física

A relação entre energia e matéria é a base para os estudos da física. Que mse forma nesta área de conhecimento, portanto, está apto a estudar fenômenos das mais variadas escalas, indo de partículas ao cosmo. Quem escolhe a física como carreira precisa de muitos conhecimentos matemáticos e também de curiosidade. Grande parte daqueles que optam por este curso atuam, posteriormente, como professores.

De acordo com Cláudio Furukawa, físico que atua na Universidade de São Paulo, os estudantes precisam de muita paciência, além da curiosidade. Isso porque muitos experimentos e cálculos precisam ser repetidos diversas vezes, antes de se alcançar uma conclusão. A física é, em boa parte, teórica. Portanto, os acadêmicos precisam ter a noção de que a descoberta em si é, muitas vezes, mais importante do que sua aplicação prática imediata.

O curso

O início do curso superior de física é, essencialmente, voltado para física básica e matemática. Metade do curso, que tem duração de quatro anos, tem como foco disciplinas destas duas áreas. Na parte final da graduação, começam a ser ensinados preceitos da física avançada como, por exemplo, mecânica quântica e física nuclear. Alguns cursos oferecem especializações dentro da própria graduação, como física médica e astronomia.

Na Unicamp há uma licenciatura integrada em física e química: nos três primeiros anos, os estudantes aprendem discplinas mais gerais e, em seguida, escolhem uma das duas áreas. Também é possível optar pelas duas e conquistar dois diplomas de graduação em cinco anos.

Mercado de trabalho

Apesar da grande maioria dos graduados em física optar pela área do ensino, este setor não apresenta excesso de profissionais. De acordo com Avacir Andrello, que coordena o curso de física na Universidade Estadual de Londrina (Uel), todos os estados brasileiros apresentam carência de profissionais para dar aulas. Aqueles que se especializam com mestrados e doutorados podem, também, trabalhar com o ensino superior.

Problemas de oportunidades

De acordo com Furukawa, a ausência de regulamentação para a área é um dos problemas do mercado de trabalho. O professor explica que em alguna países, como no Japão, o físico chega a ser mais valorizado que engenheiros. Um dos motivos para a desvalorização da profissão no Brasil, segundo Furukawa, se dá pelo pouco interesse governamental de investir em pesquisa. No Japão, que tem o conhecimento como uma das principais riquezas, teoria e prática se equivalem em importância.

Por isso, o professor Furukawa acredita que a educação básica será um dos grandes setores para impulsionar a profissão no futuro. Com a maior preocupação do governo com o ensino médio, a demanda pro professores de diversas áreas, incluindo a física, ajudará a aquecer o mercado de trabalho para estes profissionais.

Além do ensino, os graduados têm como opção o mercado financeiro, num setor conhecido como “econofísica”. O interesse por profissionais da física neste mercado se dá porque os estudantes desta área costumam ter muito interesse por matemática e informática. Alguns princípios da física, por exemplo, ajudaram a criar modelos que têm aplicação na bolsa de valores e na economia como um todo.

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